Firefox ganha novo recurso de anonimato, ele passa a integrar com TOR

Omundo dos navegadores é uma arena feroz, e o Firefox está prestes a tomar uma iniciativa com o objetivo de se tornar mais competitivo em relação aos rivais. Para isso, o browser da Mozilla quer algumas das configurações de privacidade vistas no navegador Tor.

Na verdade, o Tor é baseado no mesmo código do Firefox (Firefox ESR – Extended Support Release) e realiza comunicações por meio de vários nós criptografados na rede, o que significa que o usuário não pode ser rastreado; geralmente, a privacidade (e a segurança) é mantida em níveis elevados.

A Mozilla está planejando integrar alguns desses truques de preservação da privacidade no Firefox, colocando várias características básicas já na versão 50 do navegador (que está em preview). Essas novidades devem aparecer completas na versão final do Firefox 50, com planos para incorporar novas medidas no futuro.

É válido ressaltar que esses recursos não serão executados por padrão no Firefox, já que as configurações específicas do Tor não são apropriadas para o público mainstream do navegador da Mozilla. Assim, aqueles que querem uma maior proteção da privacidade terão que ativar as opções manualmente.

Além de reforçar a privacidade, o Firefox quer rodar mais suavemente, com a recente inauguração do recurso Electrolysis. Ele divide efetivamente o Firefox em um processo de UI e em um processo de conteúdo, o que significa que se uma página falha ou está consumindo muitos recursos da CPU, porque está rodando separadamente, o navegador em si permanecerá totalmente responsivo.

 

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